Segregai ou Perecereis: A Única Saída para o Homem Ocidental
Poder-se-ia desenvolver o tema com maior minúcia, mas o analfabetismo funcional – que, longe de ser menor entre bitcoiners, anarcocapitalistas e toda a constelação conspiracionista, nostérica ou não – desaconselha tal empreitada.
Basta observar a reação histérica de certos MGTOW “redpillados” quando afirmo que a presente decadência é obra dos homens e por eles sustentada. Enfurecem-se imediatamente, erguem um espantalho a minha imagem e batem nele sem jamais haverem conhecido quem sou.
Repito: domino as minhas mulheres sem precisar recorrer ao fanatismo ismaelita imundo. Criei, simplesmente, o meu próprio sistema. O MGTOW pretende fazer o mesmo, mas falta-lhe vigor. No fundo, estão nas academias disputando espaço com histéricas ávidas por atrito. De nada vale seguir o próprio caminho de forma fingida; é preciso que seja autêntico, não mera aparência.
A solução é elementar: auto-segregação absoluta. E isso implica segregar também os varões débeis que não compreendem a gravidade do momento.
O drama reside nisto: todos os homens pós-anos 90 são, em essência, mulheres – frágeis, independentemente do físico, quando este não é inteiramente falso. Observem os bandos contemporâneos: ciclistas que aceitam mulheres no pelotão; atiradores que se deleitam com uma presença feminina no estande; policiais que julgam “progresso” ter uma colega inútil na viatura, aumentando em trinta ou quarenta por cento o risco da própria vida. O padrão é quase sem exceção, salvo nos ofícios verdadeiramente insalubres – e mesmo aí os empresários conseguem inserir alguma assessora decorativa para estorvar.
Quem não compreender que a segregação deve ser real e não simbólica, sofrerá as consequências. Porque os agentes do Estado cumprirão ordens e dirão, com a mais límpida das faces, que apenas obedeciam à lei.
Às digníssimas, um aviso: cuidado com o que pleiteiam. Restam-vos apenas duas sendas: a segregação total ou a destruição do que resta da civilização, culminando na escravidão sob braço tirânico dos ismaelitas. A terceira via extinguiu-se.
Sobre libertação, recordemos: qual raça lutou efetivamente pela abolição da escravatura? Homens brancos, heterossexuais e fortes. Nenhum negro o fez de forma decisiva – tanto que ainda hoje negros escravizam negros na África. Asiáticos? Risível. Vede a fábrica da BYD na Bahia. Quem, numa decisão amaldiçoada, concedeu voto às mulheres e as emancipou? Precisamente esses mesmos homens brancos, heterossexuais e fortes, manipulados por metacapitalistas que desejavam duplicar a mão-de-obra e dividir o salário pela metade.
Às vezes pergunto-me se essa compulsão por sinalizar virtude não constitui uma maldição e se, afinal, não merecemos o castigo. Foi essa palhaçada que lançou o Ocidente numa barca furada, rumo ao extermínio da raça branca – já adestrada no auto-ódio e na auto-imolação por um niilismo porcino e filosoficamente paupérrimo.
Tudo quanto sobrevier ao Ocidente será merecido – seja por estupidez, ganância ou sinalização de virtude criminosa; nenhum desses pecados obterá perdão.
Que os meninos de voz fina, consumidores de anime e videojogos, cresçam depressa. Nós, os devassos yuppies dos anos 70 e 80, não estaremos aqui para sempre; os vossos governantes, porém, permanecerão – e entregarão tudo aos ismaelitas servis do demônio alá e adoradores do falso profeta maomé (assim, com minúscula, porque não merecem maiúscula).
Segregai, portanto, com rigor. Não o proclameis nas redes; apenas agi. Ou colhereis likes, ou vencereis a guerra.
Não contrateis mulheres, homossexuais ou progressistas; não voteis em mulheres; não as aceiteis nos vossos círculos; não lhes compreis nada – a nenhuma delas. Sem alardes: fazei-o em silêncio.
Se a culpa primordial cabe ao boomer progressista, na presente conjuntura torna-se dever moral das poucas digníssimas que ainda conservam juízo erguerem-se ativamente contra esta patifaria. O homem já nada mais pode senão romper com a canalhice civilizacional.
A bola está convosco, digníssimas. Infelizmente, sempre soubesmos que nunca foram boas em jogar futebol.