Sen. @FlavioBolsonaro falando de geopolítica para os israelenses da @c14english 👏👏👏

Sen. @FlavioBolsonaro falando de geopolítica para os israelenses da @c14english 👏👏👏

@TheIncorrupt_:
🗣️ENTREVISTA INTERNACIONAL | Flávio Bolsonaro (@flaviobolsonaro) concedeu entrevista à jornalista Libby Alon, do canal israelense @c14english e levou ao público internacional uma mensagem: o Brasil precisa voltar a se alinhar com democracias, combater o terrorismo, enfrentar o crime organizado e reconstruir sua relação histórica com Israel.

Logo no início, Flávio afirmou que a América Latina vive uma virada à direita após anos de governos de esquerda marcados, segundo ele, por “violência, sofrimento, fome e desesperança”. Citou Javier Milei como símbolo dessa nova onda conservadora e lembrou a recepção calorosa de argentinos a Jair Bolsonaro na posse do presidente argentino.

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Ao ser questionado sobre as pesquisas no Brasil, Flávio disse que já há levantamentos mostrando empate ou vantagem numérica contra Lula. Para ele, a virada no Brasil virá pelo bolso: perda do poder de compra, comida cara, crise econômica e avanço da violência.

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Sobre as primeiras medidas de governo, Flávio defendeu um “tesouraço” nas despesas públicas, inspirado na motosserra de Milei, com corte de gastos, redução de burocracia, revisão de normas e uma nova reforma tributária voltada à redução de impostos. Também colocou o combate aos criminosos como prioridade inicial.

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Ao falar de Jair Bolsonaro, Flávio afirmou que o ex-presidente foi alvo de uma “grande farsa” e de perseguição pessoal por setores do Judiciário. Disse ainda que Bolsonaro segue sendo um “herói nacional” e que espera vê-lo livre e de volta às ruas em breve.

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Sobre o estado de Bolsonaro, Flávio disse que o pai não está 100%, mas segue mentalmente forte, consciente do que acontece no país e continua sendo seu maior conselheiro político.

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Questionado sobre o que faria diferente de Jair Bolsonaro, Flávio apontou a comunicação como ponto central. Segundo ele, a grande mídia atuou fortemente contra Bolsonaro, e melhorar a comunicação será essencial para defender o legado e avançar.

00:08:31
No campo internacional, Flávio criticou Lula por se aproximar de China, Irã e regimes hostis a Israel. Defendeu que o Brasil dialogue com todos, mas afirmou que os valores brasileiros estão mais próximos do Ocidente, dos Estados Unidos e de Israel.

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Flávio destacou sua atuação nos Estados Unidos para defender a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas. Segundo ele, mais de 50 milhões de brasileiros vivem em áreas dominadas por facções, e Lula teria atuado no sentido contrário. A frase mais forte veio nesse trecho: “Lula defende os bandidos brasileiros, Bolsonaro defende os brasileiros.”

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Ao falar sobre Irã e terrorismo, Flávio criticou a presença de Geraldo Alckmin na posse do então presidente iraniano e afirmou que a postura do governo Lula passa ao mundo uma imagem equivocada do Brasil. Para ele, “não é o Brasil, é o Lula” quem adota essa posição.

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Flávio defendeu o direito de Israel existir, de se defender e de proteger seu povo. Também afirmou que a maioria dos brasileiros se solidariza com Israel diante dos ataques terroristas e que, em um eventual governo seu, a imagem internacional do Brasil mudará.

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Sobre relações diplomáticas, Flávio prometeu não apenas reatar, mas ampliar os laços entre Brasil e Israel. Disse que indicará um embaixador com perfil comercial, diplomático e alinhado aos princípios históricos entre os dois países.

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Flávio também reafirmou o compromisso de dar continuidade ao projeto iniciado por Jair Bolsonaro de aproximar ainda mais o Brasil de Israel, inclusive em cooperação tecnológica, inovação, segurança e desenvolvimento.

00:15:28
Ao explicar por que seu apoio a Israel é pessoal, Flávio relembrou sua primeira viagem ao país, em 2017, e disse ter se encantado com a capacidade de Israel transformar deserto em desenvolvimento, tecnologia, pesquisa e prosperidade. Citou uma frase de Bolsonaro: “Olhem o que Israel não tem e o que eles são. Olhem o que o Brasil tem e nós não somos.”

00:17:16
No encerramento, Flávio voltou a defender o direito de Israel existir e se defender, lembrou o papel histórico do Brasil no reconhecimento do Estado de Israel em 1948 e afirmou que torce pela paz, mas sem relativizar métodos terroristas.

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