Em 2022, a justiça mandou o SUS pagar prótese de silicone para travesti. O estado e a prefeitura de São Paulo alegaram o óbvio: cirurgia eletiva, sem urgência, entra na fila como todo mundo. O juiz mandou furar a fila.

Em 2022, a justiça mandou o SUS pagar prótese de silicone para travesti. O estado e a prefeitura de São Paulo alegaram o óbvio: cirurgia eletiva, sem urgência, entra na fila como todo mundo. O juiz mandou furar a fila.

Achou que parou ali? Na semana passada, o Superior Tribunal de Justiça reafirmou que plano de saúde é obrigado a custear “feminização facial”: reconstrução craniana, rinoplastia e retirada do pomo de adão. Tudo classificado como saúde, não como estética. Ou seja, todo mundo pagará mais caro pelos planos de saúde.

Em quatro anos, a régua só andou numa direção.

Enquanto isso, o brasileiro comum espera anos na fila por cirurgia crítica.

E há quem ainda acredite que a esquerda está preocupada com os pobres.

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