O ativismo judicial voltou a se manifestar de forma explícita. Quando um ministro tenta frear uma estrutura de mobilização coordenada que espalha conteúdo já desmentido, outro membro da Corte intervém para manter o canal no ar até o plenário decidir. A liberdade de expressão não autoriza campanha industrial de desinformação em escala nacional às vésperas do segundo turno. O TSE, que deveria zelar pela lisura do pleito, aparece mais uma vez como arena de disputa política interna, com decisões contraditórias que alimentam a desconfiança de que a Corte atua para preservar o status quo petista em vez de aplicar a lei de forma isonômica.
O ativismo judicial voltou a se manifestar de forma explícita. Quando um ministro tenta frear uma estrutura de mobilização coordenada que espalha conteúdo já desmentido, outro membro da Corte intervém para manter o canal no ar até o plenário decidir. A liberdade de expressão não autoriza campanha industrial de desinformação em escala nacional às vésperas do segundo turno. O TSE, que deveria zelar pela lisura do pleito, aparece mais uma vez como arena de disputa política interna, com decisões contraditórias que alimentam a desconfiança de que a Corte atua para preservar o status quo petista em vez de aplicar a lei de forma isonômica.
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