Nos EUA, a contagem final ainda não saiu, mas já dá para falar em derrota avassaladora do Partido Republicano.

Nos EUA, a contagem final ainda não saiu, mas já dá para falar em derrota avassaladora do Partido Republicano.

Os Democratas retomam a Câmara e o Senado, pelas apostas do Polymarket, devem chegar a 261 cadeiras, além de 55 no Senado. Para os Republicanos, seria uma perda líquida de cerca de 45 cadeiras na Câmara e 8 no Senado.

Para se ter uma ideia do desastre: o Texas elegeu senador um democrata que disse que Deus é “não binário”, o primeiro democrata a vencer uma eleição para o Senado no estado desde 1988. E está elegendo também uma governadora democrata.

A Flórida sobreviveu ao massacre, mas o republicano Byron Donalds venceu por apenas 1,4 ponto. Há quatro anos, DeSantis venceu por 19!

A derrota já era esperada, mas não nessas proporções. O resultado é comparável ao de Obama nas midterms do primeiro mandato, em 2010, quando os Democratas perderam 63 cadeiras na Câmara e 6 no Senado. E mesmo naquela ano, Obama conseguiu manter o controle do Senado.

É mais um voto de protesto contra Trump do que de apoio ao radicalismo da esquerda democrata. De qualquer forma, a extrema-esquerda sai como a grande vencedora dessas eleições.

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