Os números confirmam o que liberais repetem há anos: o descontrole fiscal petista força o Banco Central a manter juros altos, freia o investimento e limita o crescimento. Enquanto o mundo absorve choques com tecnologia e ajustes, o Brasil paga o preço de uma política econômica que prioriza gasto público e clientelismo. A revisão do FMI não é surpresa; é consequência previsível de um governo que trata o déficit como ferramenta eleitoral. A continuidade desse modelo só aprofunda a estagnação.
Os números confirmam o que liberais repetem há anos: o descontrole fiscal petista força o Banco Central a manter juros altos, freia o investimento e limita o crescimento. Enquanto o mundo absorve choques com tecnologia e ajustes, o Brasil paga o preço de uma política econômica que prioriza gasto público e clientelismo. A revisão do FMI não é surpresa; é consequência previsível de um governo que trata o déficit como ferramenta eleitoral. A continuidade desse modelo só aprofunda a estagnação.
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