‘Incineração, não’: catadores cobram participação efetiva no tratamento do lixo em São Paulo, durante audiência pública
A necessidade de uma efetiva inserção dos catadores organizados e autônomos na coleta e tratamento de lixo e de alternativas às usinas de incineração foram os principais pontos levantados durante a audiência pública realizada na quarta-feira (22) para discutir o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS) do município de São Paulo, com projeção para os próximos 20 anos.
Catadores e especialistas criticaram as metas de incineração e cobraram maior participação dos catadores no Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos de São Paulo. A prefeitura prometeu estudar formas de pagamento por serviços ambientais aos catadores e defendeu a incineração como tecnologia complementar.
- Catadores organizados e autônomos exigem participação efetiva na coleta e tratamento de lixo em São Paulo.
- Audiência pública discutiu o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS) para os próximos 20 anos.
- Críticas foram direcionadas às metas de incineração (28% de recuperação por tratamento térmico até 2040).
- Catadores pedem fortalecimento de cooperativas e criticam a priorização de usinas de incineração e ecoparques.
- Prefeitura de São Paulo prometeu estudar pagamento por serviços ambientais aos catadores.
- ONU-Habitat defendeu a incineração como tecnologia auxiliar e complementar, não principal.
- Catadores relatam perseguição da prefeitura, com apreensões de carroças.
- Consulta pública online sobre o PGIRS está aberta até 3 de agosto.
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