Luiz Carlos Barreto criticou condução do cinema sob Temer e Bolsonaro

Produtor, morto aos 98 anos, classificou ataques ao audiovisual como "crime de lesa-pátria" e condenou cortes na Ancine e o enfraquecimento das políticas para o setor durante os governos Temer e Bolsonaro.
Luiz Carlos Barreto criticou condução do cinema sob Temer e Bolsonaro

Luiz Carlos Barreto, conhecido como Barretão, criticou as políticas culturais dos governos Temer e Bolsonaro, classificando o desmonte do audiovisual como um “crime de lesa-pátria” e um desperdício de oportunidade econômica para o Brasil. O produtor também condenou a não renovação da Lei da Cota de Tela e os cortes de recursos na Ancine. Sua obra foi marcada pela defesa da produção nacional e pelo fortalecimento do Cinema Novo.

  • O produtor Luiz Carlos Barreto (Barretão) criticou as políticas culturais dos governos Michel Temer e Jair Bolsonaro.
  • Ele classificou o desmonte do audiovisual brasileiro como um “crime de lesa-pátria” e um desperdício de potencial econômico.
  • Barretão também criticou a não renovação da Lei da Cota de Tela e os cortes de recursos na Ancine.
  • Sua carreira foi marcada pela defesa da produção nacional e pelo fortalecimento do Cinema Novo.
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