Votação do fim da escala 6×1 deve ficar para depois das eleições, admite Luiz Marinho
Ministro diz que Alcolumbre não deve pautar PEC antes da disputa eleitoral e defende redução da jornada por lei
O Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, prevê que a votação sobre o fim da escala de trabalho 6x1 no Brasil será adiada para depois das eleições, devido à resistência no Congresso Nacional. Marinho também defende que a redução da jornada e a garantia de dois dias de descanso semanal sejam feitas por lei, e não por PEC, argumentando que isso facilitaria a aprovação e traria benefícios para empresas e trabalhadores. Além disso, o ministro mencionou que a regulamentação do trabalho por aplicativos deve seguir o mesmo caminho de adiamento para o período pós-eleitoral.
- Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, acredita que a votação do fim da escala 6x1 ocorrerá apenas após as eleições.
- Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não demonstra disposição para pautar o tema antes do período eleitoral.
- A proposta de redução da jornada de trabalho e fim da escala 6x1 é uma reivindicação histórica do movimento sindical.
- Marinho defende que a mudança seja feita por lei, com limite máximo de jornada e dois dias de descanso semanal.
- O fim da escala 6x1, segundo o ministro, pode melhorar o preenchimento de vagas e reduzir faltas de funcionários.
- Jornadas excessivas afetam mais intensamente jovens e mulheres, dificultando a conciliação entre trabalho, estudos e vida familiar.
- O adoecimento provocado por longas jornadas gera custos para empresas, SUS e Previdência Social.
- A regulamentação do trabalho por aplicativos também tende a ficar para depois das eleições.
- O governo pretende usar o prazo de 90 dias adiado pelo STF para esclarecer dúvidas das empresas sobre a NR-1.
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