Resistência na Colômbia vira do parlamento e das ruas, avalia analista internacional
A eleição para a Presidência do Senado colombiano foi a primeira derrota do recém-eleito presidente de extrema direita, Abelardo de La Espriella, na segunda-feira (20). Ele tinha indicado o nome de Alfredo Deluque para a presidência do Senado. Mas, sem maioria na Casa, viu o senador Honorio Henríquez, do Centro Democrático, ser eleito para o cargo.
A eleição para a Presidência do Senado colombiano resultou na primeira derrota do presidente de extrema direita Abelardo de La Espriella, que indicou Alfredo Deluque, mas viu Honorio Henríquez ser eleito. Gustavo Menon avalia a derrota como contundente e defende resistência no parlamento e nas ruas, alertando para um ‘Plano Colômbia 2.0’ associado aos interesses dos EUA. Menon também analisa a vinda de Javier Milei ao Brasil como um indicativo do início da eleição presidencial brasileira e da tentativa de conformar um projeto de extrema direita na América Latina.
- Alfredo Deluque, indicado por Abelardo de La Espriella para a presidência do Senado colombiano, foi derrotado por Honorio Henríquez.
- Gustavo Menon considera a derrota de Espriella contundente e defende que a resistência ao governo deve ocorrer tanto no parlamento quanto nas ruas.
- Menon alerta para a convocação de manifestações por parte de Gustavo Petro contra um possível ‘Plano Colômbia 2.0’, associado aos interesses dos EUA.
- O analista também associa a vinda de Javier Milei ao Brasil e outros eventos na América Latina a uma tentativa de conformar um projeto de extrema direita na região, conectado ao trumpismo.
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