Sem assistência da universidade, travesti pernambucana passou semanas vivendo nas ruas e acaba desistindo de cursar direito na UEPB

Enfrentando dificuldades desde a matrícula, Benedita Subrinho se viu obrigada a abandonar o curso pouco após seu início…
Sem assistência da universidade, travesti pernambucana passou semanas vivendo nas ruas e acaba desistindo de cursar direito na UEPB

Benedita Subrinho, travesti de 29 anos, viu seu sonho de cursar direito na UEPB ser adiado após enfrentar inúmeras adversidades financeiras, de saúde e de moradia que a levaram a viver nas ruas. Apesar de ter sido aprovada e realizado a matrícula, a falta de assistência estudantil e problemas bancários comprometeram sua permanência, forçando o casal a retornar para Caruaru.

  • Benedita Subrinho, travesti de 29 anos, foi aprovada no curso de direito da UEPB, mas enfrentou dificuldades financeiras para se matricular.
  • Problemas bancários, incluindo um salário retido e a falta de limite de crédito, agravaram sua situação.
  • Após a matrícula, o casal passou por dificuldades para alugar moradia, enfrentou problemas de saúde e perdeu o emprego no call center.
  • Sem recursos e com a família desaprovando a relação, Benedita e seu companheiro chegaram a viver nas ruas.
  • Apesar de tentativas de apoio e da oferta insuficiente de duas refeições pela universidade, a falta de assistência estudantil sólida forçou Benedita a desistir do curso.
  • Ela retornou a Caruaru e planeja reunir recursos para tentar novamente o curso no futuro, criticando a falta de garantia de permanência para estudantes trans.
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