Espécies raras de ave de rapina são avistadas no maior remanescente contínuo de Mata Atlântica do Paraná
Com aproximadamente 185 mil hectares, o Parque Nacional do Iguaçu, no extremo oeste do Paraná, abriga o maior remanescente contínuo de Mata Atlântica do Paraná e um dos mais importantes do Brasil. Um projeto coordenado por pesquisadores da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e de outras instituições se dedica a identificar e catalogar as grandes aves encontradas na unidade de conservação, como o uiraçu (Morphnus guianensis), um gavião endêmico da América Central e da América do Sul, avistado no parque em 2025.
Um projeto liderado pela UFFS foca na catalogação de grandes aves de rapina no Parque Nacional do Iguaçu, identificando espécies como o uiraçu e o gavião-pato. O avistamento dessas aves, que indicam alta qualidade ambiental, impulsiona pesquisas sobre reprodução e conservação. A iniciativa visa coletar dados para a proteção de espécies ameaçadas e do ecossistema da Mata Atlântica.
- Projeto da UFFS cataloga grandes aves de rapina no Parque Nacional do Iguaçu.
- Uiraçu, uma ave rara, foi avistado, indicando boa qualidade ambiental.
- Pesquisadores buscam identificar espécies como harpia, gavião-de-penacho, gavião-pato e gavião-pega-macaco.
- Uso de drones com sensores térmicos auxiliou na identificação das aves.
- Evidências de nidificação sugerem sucesso reprodutivo na região.
- Espécies como harpia e gavião-de-penacho estão ameaçadas pela perda de habitat.
- As aves de rapina são importantes para o equilíbrio do ecossistema e das cadeias alimentares.
- O parque é Patrimônio Mundial da UNESCO e crucial para a conservação da biodiversidade.
- Novas expedições planejam usar câmeras sobre árvores para acompanhar a reprodução das aves.
https://revistaforum.com.br/meio-ambiente-e-sustentabilidade/especies-raras-de-ave-de-rapina-sao-avistadas-no-maior-remanescente-continuo-de-mata-atlantica-do-parana
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