O alerta que preocupa hospitais e ameaça cirurgias infantis na África até 2027

Hospitais africanos correm o risco de ficar sem o principal anestésico usado em cirurgias pediátricas, cujos estoques podem se esgotar em 2027, alertou uma organização beneficente.
O alerta que preocupa hospitais e ameaça cirurgias infantis na África até 2027

O alerta que preocupa hospitais e ameaça cirurgias infantis na África até 2027 Hospitais na África Subsaariana enfrentam a possibilidade iminente de ficarem sem halotano, o anestésico mais utilizado em cirurgias pediátricas, até o final de 2027. O último fabricante encerrou suas atividades, e o custo de anestésicos substitutos é proibitivo para os orçamentos de saúde limitados da região. Essa escassez ameaça a capacidade cirúrgica e a saúde de milhares de crianças africanas.

  • O halotano, anestésico mais comum em cirurgias pediátricas na África Subsaariana, pode acabar até 2027.
  • O último fabricante de halotano encerrou a produção na Índia em 2023, esgotando rapidamente os estoques africanos.
  • Anestésicos substitutos são de sete a dez vezes mais caros, tornando a transição financeiramente inviável para muitos hospitais africanos.
  • A Federação Mundial de Sociedades de Anestesiologistas pediu aos governos africanos que destinem orçamento com urgência para a transição.
  • Cortes na ajuda internacional agravaram a situação, impactando orçamentos de saúde já apertados.
  • A escassez pode levar a uma redução significativa da capacidade cirúrgica em hospitais africanos. https://revistaforum.com.br/saude/alerta-ameaca-cirurgias-infantis-africa-2027
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