Vaivém: Na intensa seca da Europa, a agricultura regenerativa sobressai
A coluna é assinada pelo jornalista Mauro Zafalon, formado em jornalismo e ciências sociais, com MBA em derivativos na USP
A Europa enfrenta uma intensa seca, com a produção de cereais, como o milho na França, em níveis historicamente baixos, afetada pelo ressecamento incomum do solo. Pesquisas indicam que a agricultura regenerativa apresenta perdas significativamente menores em comparação com o sistema tradicional de produção durante períodos de seca. Este método foca na saúde do solo, retenção de umidade e resiliência climática, mostrando-se uma solução promissora para os desafios ambientais e econômicos atuais.
- Europa sofre com intensa seca, prevendo grande quebra na produção de cereais e menor volume de milho na França em 50 anos.
- Umidade do solo na Europa está desaparecendo em ritmo alarmante, com verões quentes e secos se tornando o novo normal.
- Produtores que adotam agricultura regenerativa tiveram perdas de 8% em 2023, contra 22% dos que usam o sistema tradicional.
- Agricultura regenerativa visa restaurar a saúde do solo, aumentar a biodiversidade e a capacidade de retenção de umidade, gerando resiliência a variações climáticas.
- Prejuízos globais com secas chegam a US$ 307 bilhões anuais, sendo US$ 57 bilhões na Europa.
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vaivem/2026/07/na-intensa-seca-da-europa-a-agricultura-regenerativa-sobressai.shtml
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