Bem-estar: o que realmente controla a sensação de felicidade no cérebro?
A expressão "hormônios da felicidade" ficou popular, mas não é cientificamente precisa. A maior parte das substâncias associadas ao bem-estar, como dopamina, serotonina e GABA, são neurotransmissores, mensageiros químicos que permitem a comunicação entre os neurônios. A oxitocina e a melatonina, por sua vez, também atuam como hormônios em diferentes contextos do organismo.
A felicidade não é gerada por um único neurotransmissor, mas sim pela interação complexa de diversos sistemas cerebrais, genética, ambiente e hábitos. Substâncias como dopamina, serotonina, oxitocina, endorfina, melatonina, GABA e noradrenalina desempenham papéis cruciais na regulação do humor, motivação e outras funções vitais. Manter um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada, exercícios, sono de qualidade e boas relações sociais, é fundamental para o bom funcionamento desses mecanismos.
- A expressão ‘hormônios da felicidade’ é imprecisa; a maioria dessas substâncias são neurotransmissores.
- Dopamina está ligada ao circuito de recompensa e controle motor, com deficiência causando Parkinson.
- Serotonina influencia humor, apetite e sono, sendo associada à depressão quando desregulada.
- Oxitocina fortalece vínculos sociais e afetivos, sendo conhecida como ‘hormônio do amor’.
- Endorfina atua como analgésico natural, liberada durante exercícios e dor, gerando bem-estar.
- Melatonina regula o ciclo sono-vigília, essencial para a recuperação física e mental.
- GABA reduz a atividade neural excessiva, promovendo relaxamento e controle da ansiedade.
- Noradrenalina prepara o corpo para desafios, aumentando alerta e concentração, podendo gerar sensação de energia após o evento.
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/07/23/bem-estar-o-que-realmente-controla-a-sensacao-de-felicidade-no-cerebro.ghtm
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