Suspeito 'se sentia rebaixado por ela ser capitã', diz tio de PM morta
Relatos de familiares da capitã da Polícia Militar Michele Leão Azevedo, levada morta ao hospital pelo marido na semana passada, apontam que o relacionamento era conturbado e que o homem "se sentia rebaixado". O sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira está preso e é investigado por feminicídio.
Familiares da capitã Michele Leão Azevedo relatam um relacionamento conturbado com o marido, sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, que se sentia rebaixado pela patente dela. Michele foi levada morta ao hospital pelo companheiro, que está preso e é investigado por feminicídio, após médicos identificarem sinais de violência. O sargento alegou queda da escada e uma relação sexual consensual com agressões físicas, mas exames indicam que Michele morreu horas antes de chegar ao hospital.
- O sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira é investigado por feminicídio da capitã Michele Leão Azevedo.
- Familiares afirmam que o relacionamento era conturbado e que o sargento se sentia “rebaixado” pela patente da companheira.
- Michele foi levada morta ao hospital pelo marido, que inicialmente alegou queda da escada.
- Médicos identificaram sinais de violência e acionaram a polícia, prendendo o sargento em flagrante.
- Exames indicam que a capitã morreu entre quatro e seis horas antes de dar entrada no hospital.
- O sargento já foi investigado por violência doméstica contra outras duas mulheres, em casos arquivados.
https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/07/26/suspeito-se-sentia-rebaixado-por-ela-ser-capita-diz-tio-de-pm-morta.ghtm
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