Carlos Nobre: A insustentabilidade da nossa reserva de energia
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O Brasil está redefinindo sua matriz elétrica, mas optou por fontes fósseis para garantir a segurança energética, ignorando a eficiência socioeconômica das energias renováveis. Essa escolha resulta em um custo social negativo de R$ 116,9 bilhões, além de agravar a crise climática com emissões de gases de efeito estufa. Sistemas de armazenamento por baterias (BESS) emergem como a alternativa mais vantajosa, com retorno social positivo e benefícios ambientais e financeiros significativos.
- O Brasil contrata reserva energética majoritariamente em termelétricas a gás natural, óleo e carvão mineral.
- A escolha de combustíveis fósseis gera um custo social negativo de R$ 116,9 bilhões e agrava a crise climática.
- Usinas termelétricas a gás e carvão possuem custos anuais de disponibilidade de potência exorbitantes.
- Manter usinas com altos fatores de emissão subsidia o agravamento da crise climática e arrisca a geração hidrelétrica.
- Sistemas de armazenamento por baterias (BESS) são a melhor alternativa para reserva de capacidade, com retorno social positivo.
- Baterias resolvem o problema do ‘curtailment’ e geram receita adicional por meio de arbitragem de preços.
https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/carlos-nobre/2026/07/28/o-subsidio-do-passado-e-o-custo-ambiental-a-insustentabilidade-da-nossa-reserva-de-energia.htm
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