R$ 300 mil em dinheiro vivo e despesas de viagem
Reportagens baseadas em documentos da investigação afirmam que a PF identificou movimentações significativas de dinheiro em espécie relacionadas a Roberta. Um dos episódios mencionados ocorreu em junho de 2025, quando o motorista dela teria recolhido dois valores, de R$ 100 mil e R$ 200 mil, totalizando R$ 300 mil.
Segundo a PF, parte dos recursos teria sido usada para pagar uma agência de turismo responsável por despesas de viagem de Lulinha. Os investigadores procuram esclarecer quem forneceu o dinheiro, quem efetivamente recebeu os pagamentos e se existe relação entre esses valores e interesses comerciais investigados.
A defesa de Lulinha nega irregularidades e contesta a interpretação das provas. A defesa de Roberta, segundo as reportagens, não apresentou esclarecimento público detalhado sobre todos os episódios.
O aspecto relevante não é apenas a existência de dinheiro em espécie, mas a possibilidade de rastrear sua origem e seu destino.
Fontes: Folha de S.Paulo · Metrópoles
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