Eleições 2026 & Operação Blackbriar

Uma bela Metáfora para analisarmos o está por vir.
Eleições 2026 & Operação Blackbriar

Na saga de livros Jason Bourne de Robert Ludlum e nos filmes de Paul Greengrass a Operação Blackbriar surge depois que o Projeto Treadstone é encerrado pela CIA.

A transição de Treadstone para Blackbriar mostra que, mesmo quando um programa é exposto ou encerrado, outro surge para ocupar seu lugar. Isso simboliza a resiliência das estruturas ocultas de poder: não importa quantas vezes sejam denunciadas, elas se reinventam, se adaptam, evoluem para manipular as massas através da mídia e manter o sistema funcionando (provavelmente vão dar um jeito de fazer todos esquecerem do Banco Master).

Blackbriar não é apenas uma operação; é uma rede que se sobrepõe a outras (Outcome, LARX, etc.). É uma Metáfora do Deep State que reflete a ideia de que o poder real não está na superfície (governos visíveis), mas em camadas ocultas que operam sem escrutínio. No contexto brasileiro seria o Centrão, que não tem rosto.

A CIA, nos filmes, apresenta Blackbriar como um projeto legítimo de defesa. Mas sua função real é assassinato e vigilância. Isso encarna a crise moral nos governos modernos: regimes que falam em “segurança” enquanto perpetuam violência invisível em busca de cada vez mais controle.

É o Estado controlando corpos e vidas, decidindo quem deve viver e quem deve morrer. É o estado de exceção permanente, em que a lei é suspensa para justificar ações ilegais em nome da segurança.

Também mostra a banalidade do mal institucionalizado. Tanto que os agentes honestos da CIA denunciam burocratas como Noah Vosen, sabendo que poderia terminar em Feijoada (não dar em nada, já que ele era protegido. Era só uma das engrenagens que perpetuam a violência e o controle).

Bourne como contraponto, é o “fantasma” que escapa do controle. Ele simboliza a consciência individual que resiste ao sistema. Essa é a essência do Libertarianismo: A autonomia do indivíduo. Por isso Libertários tendem a não se importar se o Brasil quebrar ou virar uma Venezuela. Quem tem projeto de poder para “melhorar” o Brasil são os políticos e seus eleitores Estatistas, que defendem Coletivismo e Juspositivismo. Libertários defendem a autonomia do indivíduo, por isso tendem a rejeitar o Patriotismo e o Nacionalismo.

Blackbriar é uma Metáfora da nossa realidade em 2026. Programas de vigilância digital que continuam mesmo após escândalos. Estruturas de poder que sobrevivem a mudanças de governo. A certeza da inevitável expansão do Estado como um organismo muito bem estruturado. O Estado aumentando seu poder sempre, criando novos mecanismos para se perpetuar.

A Identidade Bourne (2022), A Supremacia Bourne (2004) e O Ultimato Bourne (2007) são filmes que mostram que David Webb era um Patriota Americano e um Oficial condecorado do Exército (semelhante ao Britânico James Bond de Iam Fleming) que sofre lavagem cerebral por condicionamento psicológico/cognitivo para se tornar Jason Bourne, um Ativo subserviente do Sistema.

Quando ele é obrigado a assassinar crianças acaba caindo no mar e perde a memória. Porém é visto como um criminoso extremamente perigoso tanto para o Departamento de Defesa quanto pelo Congresso. Até o Presidente dos Estados Unidos quer ele morto.

Assim como Treadstone, Blackbriar era um Projeto clandestino da CIA para eliminar Jason Bourne. Nos filmes, Ward Abbot cria esse programa e fica supervisionando os agentes que tentassem investigar, como ele era Diretor adjunto da CIA, sempre pressionava esses agentes para eliminar Bourne logo, já que ele tinha muitas provas para derrubá-lo.

Oficialmente, Blackbriar é apresentado como um programa de “comunicações conjuntas do Departamento de Defesa”, mas na prática é uma rede de operações clandestinas de assassinato e vigilância. É por isso que o Estado Social é Satânico, pois opera e sobrevive mediante roubo, extorsão, mentiras e violência. Mas eu acredito que nem todos serão enganados no período eleitoral. Sempre haverá um Remanscente Fiel que não sobra os joelhos a Baal (1 Reis 19:18).


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