Brasil vence Egito por 2 a 1 no último amistoso antes da Copa do Mundo

A seleção brasileira venceu o Egito por 2 a 1 em seu último amistoso preparatório para a Copa do Mundo, realizado em Cleveland, nos EUA. Os gols do Brasil foram marcados por Bruno Guimarães e Endrick, enquanto a partida também foi marcada pela lesão do lateral Wesley.
Brasil vence Egito por 2 a 1 no último amistoso antes da Copa do Mundo

Brasil vence Egito por 2 a 1 no último amistoso antes da Copa do Mundo A vitória por 2 a 1 sobre o Egito fechou a preparação do Brasil para a Copa com placar animador, mas com um roteiro que alimenta tanto o otimismo quanto a pulga atrás da orelha sobre o time de Carlo Ancelotti.

De um lado, a narrativa oficial celebra o script perfeito de amistoso pré-Mundial: o Brasil “rouba bolas no ataque e vence Egito em último amistoso antes da Copa”, com gols nascidos da pressão alta e protagonismo de Bruno Guimarães e Endrick. Governistas de ocasião veem um time que “vence o Egito com gols de Bruno Guimarães e Endrick no último jogo antes da Copa” e amplia repertório tático às vésperas da estreia, mesmo entre “erros e acertos”.

No centro dessa leitura está o novo amuleto: para colunistas, “Endrick pede passagem na seleção como artilheiro dos gols que valem pontos”, e não por acaso virou o 13º jogador diferente a marcar na era Ancelotti. O ge crava que ele foi melhor em campo ao “definir a partida” saindo do banco, e Juca Kfouri aponta que o Egito “não resiste ao segundo tempo brasileiro” em que o garoto pode “cedo ou tarde” ser titular.

Já a oposição enxerga um copo meio vazio. Para a Revista Fórum, o jogo foi só o fim dos “testes” de Ancelotti antes da estreia, enquanto outra análise provoca: “Brasil vence Egito, mas cadê o time da Copa? Ancelotti diz que já sabe quem vai estrear”. A mesma vitória por 2 a 1 é descrita de forma mais fria por outro veículo oposicionista, que registra o placar e a lesão de Wesley sem embalo triunfalista.

Os dois campos, porém, convergem em dois pontos incômodos: a defesa e o departamento médico. Até os alinhados admitem que “a vulnerabilidade da linha defensiva é algo que precisa ser reparado com urgência”, enquanto Marquinhos, centro do erro que deu o gol a Zico, reconhece “um erro que poderia ter custado o resultado”. A web não perdoou a falha no lance do homônimo do ídolo rubro-negro. E a lesão de Wesley, lembrada tanto por governistas quanto pela oposição, adiciona mais uma interrogação a uma seleção que chega viva, perigosa — e longe de pronta.

https://resumosbrasil.com/stories/019ea2c7-6f24-32b0-7110-36178340e5ec

Write a comment
No comments yet.