Argentina vence Jordânia por 3 a 1 e avança com 100% na Copa; Messi marca e bate recorde

Com um gol de falta de Lionel Messi, a Argentina derrotou a Jordânia por 3 a 1, encerrando a fase de grupos da Copa do Mundo com 100% de aproveitamento. Ao marcar em sua sétima partida consecutiva no torneio, Messi superou o recorde de Jairzinho e Just Fontaine. Lo Celso e Lautaro Martínez também marcaram para a seleção argentina.
Argentina vence Jordânia por 3 a 1 e avança com 100% na Copa; Messi marca e bate recorde

Argentina vence Jordânia por 3 a 1 e avança com 100% na Copa; Messi marca e bate recorde A Argentina passou pela Jordânia em modo cruzeiro, 3 a 1, 100% na fase de grupos, e Lionel Messi empilhou mais recordes. Mas, dependendo de quem narra, foi a confirmação da melhor seleção do mundo ou apenas mais um treino de luxo contra um sparring frágil.

De um lado, a imprensa alinhada ao governo vende a vitória como demonstração de potência estrutural. A análise da Globo aponta que, mesmo com time alternativo, a campeã “não deve ao time principal” e mostra um elenco que “atua para o coletivo e estimula o individual”. O ge crava que “não existe seleção como a Argentina na Copa do Mundo”. UOL e Folha reforçam a narrativa da campanha impecável, sublinhando que o 3 a 1 em Dallas garantiu os 9 pontos e a segunda melhor campanha geral, com Messi entrando do banco para ampliar seu domínio estatístico.

A mística messiânica é central nesse bloco. Globo e UOL destacam o novo recorde: o argentino “marcou em sete jogos seguidos com gols na Copa”, superando Jairzinho e Just Fontaine. Brasil 247 insiste no número mágico: Messi “se isola na artilharia histórica das Copas com 19 gols marcados”, seis só nesta edição, média de dois por jogo. Até bastidor entra em campo: Lo Celso conta a “dica” que deu na cobrança de falta antes do gol do camisa 10.

Do outro lado, a oposição não nega o brilho, mas ajusta o foco. A Fórum lembra que a Jordânia “é fraca” e já havia perdido para Áustria e Argélia, descrevendo o confronto como um caminho “tranquilo” rumo às fases decisivas. Juca Kfouri, na UOL, sintetiza o tom crítico: a Argentina “evoluía tranquila no gramado, em ritmo de treino, com a Jordânia de sparring”.

O resultado é o mesmo – 3 a 1, recordes, festa azul em Dallas. A divergência está no rótulo: demonstração de força irresistível ou luxo de campeão contra adversário de laboratório. Seja qual for a leitura, o roteiro que une todos é simples: Messi entrou, viu, bateu falta – e reescreveu mais um capítulo da história.

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