Pró-governo diz que Grêmio escapou de prejuízo maior, mas volta pressionado após tropeço em La Paz

Em partida válida pelos playoffs da Copa Sul-Americana, o Bolívar derrotou o Grêmio por 3 a 2 em La Paz, na Bolívia. Com o resultado, o time brasileiro precisará vencer por dois gols de diferença no jogo de volta em Porto Alegre para se classificar diretamente para as oitavas de final.
Pró-governo diz que Grêmio escapou de prejuízo maior, mas volta pressionado após tropeço em La Paz

Pró-governo diz que Grêmio escapou de prejuízo maior, mas volta pressionado após tropeço em La Paz
O Grêmio saiu vivo de La Paz, mas não ileso. A derrota por 3 a 2 para o Bolívar deixou o time gaúcho em desvantagem no mata-mata da Sul-Americana e transformou a volta em Porto Alegre num teste de nervos.

No essencial, os dois relatos disponíveis convergem: foi um jogo aberto, veloz e ingrato para o Grêmio. De um lado, a leitura destaca o peso da altitude e a atuação decisiva de Weverton para segurar um placar administrável; de outro, ressalta um duelo “eletrizante”, em que o time brasileiro reagiu duas vezes, mas nunca controlou de fato a partida. O ponto em comum é claro: o 3 a 2 saiu barato diante do volume boliviano.

A cronologia ajuda a explicar o drama. O Bolívar abriu o placar logo no primeiro minuto com Cauteruccio, viu Villasanti empatar, retomou a frente com Robson Matheus e voltou a ser alcançado por Tetê ainda antes do intervalo. Na etapa final, Asprilla decidiu. O Grêmio até mostrou poder de reação, mas passou boa parte da noite correndo atrás do jogo e dependendo do goleiro para não desembarcar em Porto Alegre com um rombo maior.

Também há diferença de ênfase. Um recorte sublinha que o duelo foi “repleto de emoções” e “cheio de chances desperdiçadas, especialmente pelo lado boliviano”, reforçando a ideia de sufoco contínuo. O outro chama atenção para o contexto gremista fora das quatro linhas: Luís Castro não viajou por questões médicas, e o auxiliar Vitor Severino comandou a equipe à beira do campo.

O contraste final é simples: o Bolívar volta com a vantagem; o Grêmio, com a obrigação. Para avançar direto às oitavas, os gaúchos precisam vencer por dois gols de diferença. Ganho mínimo leva a decisão aos pênaltis. Depois de uma noite caótica na altitude, a margem de erro agora desapareceu.

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