Morte de Jorge Messi expõe versões distintas sobre seus últimos dias
Morte de Jorge Messi expõe versões distintas sobre seus últimos dias
Jorge Messi viveu longe do brilho reservado ao filho, mas foi decisivo para que Lionel chegasse ao topo do futebol. Sua morte, aos 68 anos, encerra uma parceria familiar e profissional que começou nos campos infantis de Rosário e atravessou décadas de títulos, contratos e pressão.
Os relatos convergem sobre o essencial: Jorge morreu em uma clínica de Rosário e teve papel central na trajetória do camisa 10. Divergem, porém, nos detalhes sobre seus últimos dias. Uma versão afirma que ele estava hospitalizado e que a doença responsável pela morte não havia sido revelada; também ressalta que a família ainda não tinha se pronunciado. Em homenagem, o Newell’s Old Boys o definiu como “o pilar” que sustentou, com “visão, rigor e afeto”, a carreira de Lionel.
Outro relato, atribuindo as informações ao Infobae, diz que Jorge morreu por volta das 22h de sexta-feira (7), depois de enfrentar uma longa doença. Segundo essa versão, seu estado de saúde já preocupava nas semanas anteriores e familiares haviam confirmado que ele recebia cuidados médicos. O Newell’s resumiu o vínculo da família com o clube em duas frases: “Obrigado por ensiná-lo a amar essas cores” e “Até sempre, leproso.”
As duas perspectivas também destacam a mesma virada decisiva. Quando Lionel tinha 13 anos, Jorge viajou com ele para a Espanha e permaneceu ao seu lado durante a adaptação ao Barcelona, enquanto parte da família ficou na Argentina. Mais tarde, assumiu as negociações e a gestão da carreira do filho, quase sempre nos bastidores.
Seu apoio não significava elogio fácil. Lionel contou que, mesmo após marcar quatro gols quando criança, o pai sempre encontrava algo a corrigir. Era uma cobrança dura, mas transformada pelo jogador em combustível. Jorge deixa a esposa, Celia Cuccittini, e os filhos Lionel, Rodrigo, Matías e María Sol.
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