Pró-governo diz que Memphis e Bidon transformaram sofrimento em classificação do Corinthians
Pró-governo diz que Memphis e Bidon transformaram sofrimento em classificação do Corinthians
O Corinthians avançou às quartas de final da Libertadores no limite entre a deficiência técnica e a força emocional. Diante de 47 mil torcedores, o time superou a expulsão de Raniele e venceu o Rosario Central por 1 a 0, mas deixou duas leituras: classificação heroica ou atuação preocupante.
Na visão mais celebratória, Breno Bidon foi o protagonista. PVC o definiu como “o cara do jogo” pelo desvio de bico que decidiu a eliminatória, embora tenha ressaltado que “a presença de Memphis ajudou muito”. A jogada nasceu de uma cobrança de falta do holandês, que voltou ao Corinthians após renovar o contrato e encontrou Bidon na área.
A avaliação mais crítica destaca o contexto: os dois times exibiram “dificuldade crônica para finalizar”, produziram poucas chances e repetiram o futebol pouco inspirado do 0 a 0 na Argentina. O Rosario manteve Di María discreto e só se lançou de verdade ao ataque depois de sofrer o gol.
Juca Kfouri também viu uma partida “truncada, chata, pobre”, mas contrastou a limitação ofensiva com a resistência final: reduzido a dez jogadores, o Corinthians pareceu ter “15 leões em campo”. É justamente aí que as análises convergem. O desempenho não encantou; a entrega, sim.
Outra leitura classificou o resultado como “um triunfo de superação”, valorizando mais a energia do que o rendimento. A entrada de Memphis no lugar de Pedro Raul mudou o ânimo da equipe e, dez minutos depois, produziu a assistência decisiva.
A vitória levou o Corinthians às quartas pela primeira vez desde 2022 e pela sexta vez em sua história. Agora, o adversário será o Estudiantes: primeiro jogo em La Plata e decisão em São Paulo. Contra outro argentino, o Corinthians precisará conservar a resistência — e acrescentar futebol.
https://resumosbrasil.com/stories/01a02368-b653-07e6-73b3-1ef9053b7316
Write a comment