Pró-governo diz que desperdício do Flamengo entregou ao Cruzeiro uma virada explosiva

O Flamengo dominou o primeiro tempo, mas não liquidou a partida. O Cruzeiro reagiu após o intervalo, venceu por 2 a 1 nos acréscimos e impediu o rival de assumir a liderança do Brasileirão.
Pró-governo diz que desperdício do Flamengo entregou ao Cruzeiro uma virada explosiva

Pró-governo diz que desperdício do Flamengo entregou ao Cruzeiro uma virada explosiva
O Flamengo esteve perto de transformar uma boa atuação em liderança do Brasileirão. Em vez disso, saiu do Mineirão derrotado por 2 a 1, enquanto o Cruzeiro converteu uma reação improvável em impulso para a sequência da temporada.

Pelo lado rubro-negro, a leitura foi direta: faltou aproveitar o domínio inicial. Pedro abriu o placar, mas a equipe desperdiçou oportunidades para ampliar. Varela reconheceu o desgaste após o intervalo e resumiu o risco assumido: “Quando não se mata o jogo, tem risco”.

A análise de Juca Kfouri segue a mesma linha, embora destaque a qualidade exibida pelo Flamengo antes da queda de rendimento. Para o colunista, o time fez um “belíssimo primeiro tempo”, mas manteve o defeito de “perder gols feitos” — falha que pode ser fatal diante de adversários como o Cruzeiro.

A perspectiva mineira muda o foco: menos colapso do Flamengo, mais capacidade de resposta do Cruzeiro. Depois de uma primeira etapa marcada por erros defensivos, meio-campo espaçado e dificuldades nas transições, a equipe ganhou posse, reorganizou a marcação e cresceu com as alterações. Arroyo empatou com um forte chute; aos 49 minutos, Matheus Pereira aproveitou a jogada iniciada por Gerson e decidiu a partida. A vitória, descrita como “quase heroica”, renovou a confiança antes do próximo compromisso decisivo.

Na tabela, o contraste é igualmente forte. O Cruzeiro chegou aos 39 pontos e ganhou fôlego na quinta posição. O Flamengo permaneceu com 45 e perdeu a chance de completar uma “semana perfeita”, na qual havia avançado na Libertadores e poderia ter dormido na liderança. Agora, volta a depender de um tropeço do Palmeiras — e carrega a lição deixada pelo Mineirão: jogar melhor por longos períodos não basta quando o adversário permanece vivo até o último lance.

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