Pró-governo diz que Neymar recusou sintético e virou arma de mistério contra o Palmeiras
Pró-governo diz que Neymar recusou sintético e virou arma de mistério contra o Palmeiras
Neymar apareceu na lista do Santos, mas não no avião para São Paulo. Entre a cautela do camisa 10 e o jogo de esconder informações do clube, o Palmeiras se preparou para uma ameaça que não estará em campo.
De um lado, Neymar mantém uma objeção antiga ao gramado sintético. Segundo a primeira versão, a comissão técnica tentou convencê-lo de que o piso do Nubank Parque seria semelhante à grama natural, mas o atacante permaneceu resistente. A avaliação do jogador é que esse tipo de superfície eleva o risco físico; por isso, “não viajou com a delegação para São Paulo e não joga esta noite”.
Do outro, o Santos explorou a incerteza. Embora Neymar tenha sido relacionado para a ida das quartas de final da Copa do Brasil, a presença na lista não significava que ele seria utilizado. O clube teria mantido o nome do principal jogador entre os convocados para prolongar a dúvida e dificultar a preparação palmeirense.
As duas versões convergem sobre o motivo central da ausência, mas acrescentam pesos diferentes. Uma enfatiza o temor de lesão; a outra detalha que Neymar considera alterados “o tempo de bola e a dinâmica do jogo” no sintético, além de sentir maior impacto no joelho e nas articulações.
Há ainda um componente disciplinar: com dois cartões amarelos, o camisa 10 correria o risco de ficar fora da volta na Vila Belmiro se fosse advertido. Assim, preservação física, estratégia e regulamento apontaram para a mesma decisão. Neymar deve voltar a ficar disponível contra o Corinthians, pelo Brasileirão, e depois no confronto decisivo com o próprio Palmeiras, desta vez em campo natural.
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