Pró-governo diz que Palmeiras atropela Santos e põe um pé na semifinal
Pró-governo diz que Palmeiras atropela Santos e põe um pé na semifinal
O placar foi largo, mas ainda pareceu pequeno. No aniversário de 112 anos do Palmeiras, o time de Abel Ferreira dominou o Santos por 3 a 0, abriu enorme vantagem nas quartas de final da Copa do Brasil e deixou ao rival uma missão quase impossível na Vila Belmiro.
De um lado, houve intensidade, volume e variação ofensiva. Do outro, uma equipe recuada, vulnerável e incapaz de conter a pressão. “O Palmeiras jogou bem. O Santos limitou-se a defender”, resumiu Paulo Vinicius Coelho, lembrando que os donos da casa finalizaram dez vezes somente no primeiro tempo.
Flaco López abriu o placar de fora da área, Andreas Pereira aproveitou o rebote para fazer o segundo e o argentino marcou novamente, de cabeça, após cruzamento de Giay. Jhon Arias também se destacou na criação, sobretudo pelo lado direito, enquanto Giay dava apoio por dentro na saída de bola.
As análises convergem sobre o domínio palmeirense, mas diferem no tamanho do estrago. PVC avaliou que “podia ter sido mais”; Juca Kfouri foi além e classificou o resultado como um “placar moral” de 6 a 0, diante das oportunidades desperdiçadas por Giay, Maurício, Vitor Roque e Piquerez.
A ausência de Neymar abriu outro contraste. Kfouri relacionou a decisão ao gramado sintético, que o jogador costuma evitar. Já o próprio atacante afirmou nas redes sociais: “Eu estava à disposição para jogar! Foi uma decisão da comissão, pela sequência de jogos que temos.” O dirigente Alexandre Mattos reforçou a versão de preservação, citando o clássico contra o Corinthians e a partida de volta.
As explicações mudam; o diagnóstico esportivo, não. Sem Neymar e com pouca resistência defensiva, o Santos escapou de uma derrota ainda maior. Ao Palmeiras, resta administrar três gols de vantagem — e confirmar uma classificação que já parece encaminhada.
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