Pró-governo diz que Mulheres de Aço fazem história ao derrubar o Palmeiras
Pró-governo diz que Mulheres de Aço fazem história ao derrubar o Palmeiras
O Bahia transformou equilíbrio em feito histórico. Depois de repetir na Arena Barueri o empate por 1 a 1 da ida, o time baiano venceu o Palmeiras por 5 a 4 nos pênaltis e garantiu uma inédita vaga nordestina nas semifinais do Brasileirão Feminino.
A cobertura factual põe o foco na reação tricolor e na eficiência da equipe. Raíssa Bahia abriu o placar para o Palmeiras aos 28 minutos, após passe de Bia Zaneratto. No segundo tempo, Dan Nunes recebeu de Roqueline e finalizou no canto para empatar. Nas penalidades, Gica, Isa Fernandes, Taty Sena, Wendy Rosa e Cássia converteram todas as cobranças do Bahia, enquanto Yanne defendeu a tentativa de Tainá Maranhão. A goleira decidiu uma disputa em que as Mulheres de Aço foram perfeitas.
Juca Kfouri vai além do roteiro do jogo. Para o colunista, as cobranças executadas com “incrível frieza” apontam para “um método e treinamento”. Ele também contrasta o favoritismo palmeirense — reforçado pela quantidade de chances desperdiçadas no primeiro duelo — com um Bahia “muito bem organizado, sem medo de serem felizes, altivas” em Barueri.
As duas leituras convergem no essencial: não foi apenas uma surpresa produzida pelos pênaltis. O Palmeiras chegou a ter um gol de Bia Zaneratto anulado pelo VAR por impedimento, mas o Bahia resistiu, buscou o empate e mostrou precisão absoluta quando a vaga passou a ser decidida da marca da cal.
De um lado, os detalhes técnicos explicam como a classificação aconteceu. Do outro, a análise destaca por que ela não deve ser tratada como acaso: organização, confiança e preparação sustentaram a noite que colocou as Mulheres de Aço entre as quatro melhores equipes do país.
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