Pró-governo diz que Piu transformou favoritismo em tricampeonato histórico
Pró-governo diz que Piu transformou favoritismo em tricampeonato histórico
Alison dos Santos chegou a Bruxelas como favorito e saiu com mais uma taça. O paulista venceu os 400 metros com barreiras em 46s70 e conquistou seu terceiro título da Diamond League, depois dos triunfos de 2022 e 2024. Aos 26 anos, Piu reuniu velocidade, regularidade e autoridade para fechar uma campanha sem derrotas.
A dimensão do feito vai além da final na Bélgica. O brasileiro disputou sete provas do circuito em 2026 — incluindo uma corrida especial de 300 metros com barreiras — e ganhou todas. A sequência passou por China, Suécia, Noruega, Polônia, Suíça e Bélgica. Em Zurique, dias antes da decisão, ele ainda correu em 45s80 e superou o antigo recorde mundial de 45s94, pertencente ao norueguês Karsten Warholm.
Se uma leitura enfatiza o tricampeonato, outra realça a velocidade com que Piu construiu essa hegemonia: foram três títulos em apenas cinco anos. As duas abordagens convergem no essencial — o brasileiro não apenas venceu a temporada, mas assumiu o centro da prova no cenário internacional.
Houve, porém, um contraste importante em Bruxelas. Warholm não participou da etapa final, o que impediu um duelo direto entre o novo e o antigo recordista mundial. Ainda assim, Alison confirmou o favoritismo com folga e não deixou dúvidas sobre quem dominou o circuito em 2026.
O pódio também reforçou a presença brasileira. Matheus Lima terminou em terceiro, com 48s18, depois de já ter sido terceiro na Silésia e quarto em Zurique. Piu levou o troféu; Lima mostrou que o país tem mais de um competidor capaz de disputar espaço entre os melhores do mundo.
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