Pró-governo diz que Mirassol dominou o Coritiba e venceu apesar da confusão com a arbitragem
Pró-governo diz que Mirassol dominou o Coritiba e venceu apesar da confusão com a arbitragem
O Mirassol deixou o Couto Pereira com uma vitória por 2 a 1 que vale mais do que três pontos. De um lado, ganhou distância da zona de rebaixamento; de outro, aprofundou a desconfortável relação do Coritiba com a própria casa.
Na leitura de Juca Kfouri, o time paulista “jogou melhor o jogo todo” e “poderia ter feito mais gols”. O comentarista avalia que o Mirassol caminha para permanecer na Série A, enquanto destaca o contraste do adversário: após 13 partidas em cada condição, o Coritiba havia somado 19 pontos fora e 18 como mandante.
O placar, porém, exigiu reação. Pedro Rocha abriu o marcador aos 15 minutos do segundo tempo, mas Gustavo Silva — também citado como Mosquito — empatou três minutos depois. Aos 38, Bruno Santos completou a virada. A vitória foi tratada como um alívio na disputa contra o Z4 e ganhou ainda o componente da chamada “lei do ex”.
Se a análise esportiva aponta superioridade do Mirassol, o desfecho levou a conversa para a arbitragem. No último lance, André Luiz Skettino assinalou pênalti após Bruno Melo e Rodrigo Moledo, ambos do Coritiba, chocarem-se dentro da área adversária. O VAR recomendou a revisão; depois de observar a jogada no monitor, o árbitro anulou a decisão e encerrou a partida.
A irritação do Mirassol não ficou restrita ao gramado: Reinaldo fez um desabafo de dois minutos e criticou duramente a atuação da equipe de arbitragem. Assim, as fontes convergem sobre o mérito paulista, mas colocam pesos diferentes na história: uma enfatiza o futebol e a fraqueza caseira do Coritiba; a outra, a confusão que quase alterou o resultado no fim.
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