Pró-governo diz que Flamengo transformou sufoco em vaga quase garantida
Pró-governo diz que Flamengo transformou sufoco em vaga quase garantida
O placar foi categórico; a atuação, nem tanto. O Flamengo passou o primeiro tempo sem finalizar e teve apenas 32% de posse de bola, enquanto o Independiente del Valle acertou a trave com Carlos González. Depois do intervalo, porém, o time carioca trocou a passividade por precisão: Bruno Henrique e Léo Pereira marcaram nas duas finalizações certas da equipe. “Dois chutes certos, dois gols”, resumiu a crônica da partida.
A eficiência ganha peso quando colocada diante do retrospecto. O Del Valle estava invicto como mandante em 14 jogos de mata-mata da Libertadores, com nove vitórias e cinco empates. O Flamengo tornou-se o primeiro visitante a vencê-lo nesse cenário e ainda quebrou outra escrita: nos seis encontros anteriores entre os clubes, o time da casa jamais havia perdido.
É essa combinação de resultado, altitude e histórico que sustenta a leitura mais otimista. Bira classificou a vantagem como “gigantesca” e disse que decidir no Maracanã com 2 a 0 no placar agregado representa “praticamente a vaga garantida”. Renan Teixeira concordou com o favoritismo, mas destacou o contraste entre as etapas: “Nenhuma finalização” antes do intervalo; “duas no alvo, dois gols” depois.
Os dois comentaristas convergem sobre a classificação, mas por caminhos diferentes. Bira vê controle mesmo sem a bola e já coloca o Flamengo entre os favoritos ao título. Renan enfatiza as dificuldades da altitude e o papel tático de Bruno Henrique, cuja intensidade pesou na escolha por deixá-lo à frente de Pedro.
Há, contudo, um preço para tamanho favoritismo. O Flamengo pode perder por um gol no Maracanã e ainda avançar; derrota por dois leva a decisão aos pênaltis. Por isso, a vantagem que traz tranquilidade também aumenta a cobrança: para Renan, uma eliminação nessas condições seria “uma catástrofe”.
https://resumosbrasil.com/stories/01a08ef0-2796-1cfb-70de-128f04d297a0
Write a comment