Pró-governo diz que 2.977 drones fizeram Nova York reviver as Torres Gêmeas
Pró-governo diz que 2.977 drones fizeram Nova York reviver as Torres Gêmeas
Nova York voltou a enxergar no céu o contorno das Torres Gêmeas — desta vez, desenhado por 2.977 drones. Realizada no Porto de Nova York, a apresentação atribuiu a cada ponto luminoso a memória de uma pessoa morta nos ataques de 11 de setembro de 2001.
Os dois relatos pró-governo tratam a instalação como um tributo de forte carga simbólica, mas enfatizam aspectos diferentes. O primeiro descreve os drones como uma “espécie de constelação sobre o porto” e destaca a reconstrução visual do horizonte nova-iorquino anterior aos atentados. Também recorda os quatro ataques coordenados pela al-Qaeda — contra as duas torres, o Pentágono e o voo que caiu perto de Shanksville, na Pensilvânia.
Já o segundo relato amplia o alcance artístico da homenagem. Segundo a publicação, as torres foram representadas em “escala arquitetônica real”, e o espetáculo incluiu uma espiral inspirada no World Cultural Center, projeto do grupo THINK que não foi escolhido para a reconstrução do complexo.
A diferença central está menos na interpretação do que no enquadramento. Enquanto uma cobertura privilegia a equivalência direta entre drones e vítimas, a outra ressalta a dimensão coletiva do ato: familiares de mortos, sobreviventes e integrantes do Corpo de Bombeiros de Nova York participaram da homenagem.
Batizada de “2.977 Lights Over New York Harbor”, a instalação também dialogou com o tradicional “Tribute in Light”, que projeta anualmente dois feixes verticais próximos ao antigo World Trade Center. Em ambos os relatos, a tecnologia não aparece como espetáculo isolado, mas como instrumento para devolver forma — ainda que por alguns minutos — a uma ausência que marcou Nova York e os Estados Unidos.
https://resumosbrasil.com/stories/01a08ef0-2815-0c94-713b-144a942a5af3
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