Pró-governo diz que Stray Kids fez história e dominou o Rock in Rio
Pró-governo diz que Stray Kids fez história e dominou o Rock in Rio
No quinto dia do Rock in Rio 2026, a estreia do k-pop no posto mais alto do Palco Mundo ganhou duas leituras complementares. Uma destacou o Stray Kids como atração “dominante” em uma programação que também teve o Jamiroquai descrito como “atemporal”. A outra concentrou os holofotes no feito histórico e na relação construída com os fãs.
O ponto de encontro entre as coberturas é inequívoco: o grupo sul-coreano tornou-se o primeiro headliner de k-pop da história do festival. Na madrugada de sábado (12), a apresentação mobilizou uma multidão que aguardava desde as primeiras horas do dia anterior e transformou a Cidade do Rock em território dos fãs do gênero.
Se o tamanho do marco explica parte da euforia, a tentativa de reduzir a distância entre palco e plateia completou o espetáculo. Os integrantes arriscaram expressões como “eu te amo”, “faz barulho”, “obrigado”, “lindos” e até “caraca”, além de puxarem um coro de “Brasil!”. “Eu te amo, Brasil”, repetiram ao longo da apresentação.
A comunicação também passou por tradutores quando integrantes falaram em coreano, recurso que permitiu manter o diálogo com o público. Já a entrada reforçou a dimensão teatral do show: acompanhados por dançarinos, os artistas surgiram pelo fosso antes de alcançar o palco, levando a plateia à euforia.
Assim, as abordagens diferem mais no enquadramento do que na conclusão. Uma situa o Stray Kids entre os destaques de um dia diverso; a outra apresenta a performance como uma virada simbólica para o k-pop no Rock in Rio. Em ambas, porém, a imagem final é a mesma: um grupo fazendo história e uma multidão respondendo à altura.
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