Relatos divergem sobre socorro à triatleta que morreu após treino em Brasília
Relatos divergem sobre socorro à triatleta que morreu após treino em Brasília
A triatleta Rachel Furtado morreu depois de sofrer um mal súbito ao terminar um treino de corrida no Parque da Cidade, em Brasília. Segundo um dos relatos, ela seguia até o carro para buscar o celular quando desmaiou e entrou em parada cardiorrespiratória. Profissionais de saúde que estavam no local iniciaram a massagem cardíaca antes da chegada dos bombeiros.
As versões coincidem no essencial, mas diferem em alguns pontos. Uma fonte informa que Rachel tinha 45 anos e que as manobras de ressuscitação duraram cerca de 50 minutos. Outra diz que ela tinha 46 anos e relata que um helicóptero a levou ao Hospital Regional da Asa Norte após aproximadamente 30 minutos de atendimento. De acordo com o médico Fernando Sabino, que participou do socorro, a atleta estava com “uma arritmia, uma fibrilação ventricular”, e voltou a apresentar pulso durante a transferência; no hospital, porém, sofreu outras duas paradas e morreu.
O Corpo de Bombeiros confirmou que encontrou Rachel em parada cardiorrespiratória e realizou manobras de reanimação. Após a estabilização dos sinais vitais, ela foi encaminhada ao hospital. O Instituto Feliciência, onde era diretora, afirmou que Rachel manteve o legado da fundadora Carla Furtado “com propósito e entrega de alma”.
Também há consenso sobre sua ligação duradoura com o esporte. Rachel praticava triatlo havia cerca de dez anos e, embora estivesse afastada das competições, continuava ativa na corrida, musculação e no futevôlei. Na vida profissional, atuava com educação corporativa. Em mensagem de pesar, o instituto declarou: “Sentimos muito e agradecemos o apoio e o carinho de todos neste momento.”
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