Pró-governo diz que Corinthians segura o Bahia e mira o octa contra o São Paulo
Pró-governo diz que Corinthians segura o Bahia e mira o octa contra o São Paulo
O Corinthians está novamente na final do Campeonato Brasileiro Feminino. Na Neo Química Arena, as Brabas derrotaram o Bahia por 1 a 0, repetiram o placar da partida de ida e avançaram com 2 a 0 no agregado. Jhonson marcou aos 44 minutos do primeiro tempo, aproveitando o rebote da goleira Yanne após cobrança de falta de Duda Sampaio.
Os relatos convergem sobre o domínio histórico corintiano, mas dão pesos diferentes à classificação. Um deles destaca a capacidade de resistência da equipe após a expulsão de Thaís Regina, aos 33 minutos da etapa inicial. Com dez jogadoras, o Corinthians administrou a vantagem diante da pressão baiana, apoiado em uma “defesa corintiana bem posicionada” e nas intervenções da goleira Nicole.
A outra leitura amplia o foco: desde 2017, nenhuma final do Brasileiro Feminino foi disputada sem o Corinthians. A vitória diante de 9.551 torcedores — apontada como o maior público do ano em partidas de clubes femininos no país — colocou a equipe em sua “décima decisão consecutiva”. Maior campeão nacional, com sete taças, o time agora busca o oitavo título e o sétimo consecutivo.
Do outro lado estará o São Paulo, finalista pela segunda vez. O contraste é direto: enquanto o Corinthians tenta prolongar uma dinastia, a equipe tricolor procura conquistar seu primeiro troféu. Na única decisão anterior do São Paulo, em 2024, o próprio rival alvinegro venceu por 5 a 1 no placar agregado.
A final, portanto, reúne duas ambições opostas no mesmo clássico: manter uma hegemonia quase ininterrupta ou abrir espaço para uma nova campeã. Os jogos estão previstos para 27 de setembro e 4 de outubro, com o Corinthians mandando a ida e o São Paulo recebendo a volta.
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