Pró-governo diz que virada histórica deixa São Paulo a um empate do título
Pró-governo diz que virada histórica deixa São Paulo a um empate do título
O Corinthians começou a final como costuma encarar grandes decisões: empurrado pela torcida e pressionando desde cedo. Gabi Zanotti abriu o placar aos nove minutos, após cruzamento de Vic Albuquerque. Mas o São Paulo, inicialmente contido, reagiu com Giovanna Crivelari aos 20 e virou aos 22 do segundo tempo, quando Isa Guimarães aproveitou um erro na saída de bola. A vitória por 2 a 1 representou a “primeira derrota da história do time feminino do Corinthians na Neo Química Arena”.
As leituras sobre o resultado se complementam. Uma destaca a quebra da invencibilidade corintiana; outra classifica o triunfo como “um passo importante” na busca são-paulina pelo título inédito. O cálculo para a volta é simples: o São Paulo será campeão com um empate no MorumBIS. O Corinthians precisa vencer por dois gols para levantar a taça no tempo regulamentar; uma vitória pela margem mínima leva a decisão aos pênaltis.
O contraste entre os finalistas amplia o peso do segundo encontro. O Tricolor tenta transformar a revanche da final perdida em 2024 em sua primeira conquista brasileira. Já o Corinthians, maior campeão da competição, chegou à decisão defendendo uma sequência de títulos e a autoridade construída em campanhas anteriores. Na ida, porém, nem o apoio de 21.871 torcedores evitou a virada.
A vantagem agora pertence ao São Paulo, mas a experiência está do outro lado. No próximo sábado, o MorumBIS receberá uma final entre quem busca inaugurar uma era e quem tenta impedir o fim de seu domínio.
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