Pró-governo diz que alta de Alix traz alívio após choque de cabeça
Pró-governo diz que alta de Alix traz alívio após choque de cabeça
O duelo entre Atlético-MG e Red Bull Bragantino mal havia começado quando Alix Vinícius e Vitor Hugo se chocaram de cabeça em uma disputa de bola na Arena MRV. O defensor da equipe paulista “permaneceu caído no gramado e recebeu atendimento médico ainda em campo” antes de deixar o estádio de ambulância.
As versões divergem ligeiramente sobre o momento exato do lance. Um relato aponta que o cronômetro marcava apenas nove segundos; a nota posterior do Bragantino registrou o trauma aos 1 minuto e 47 segundos. Não há diferença, porém, sobre a dimensão do susto: os dois atletas ficaram caídos, mas Alix exigiu cuidados mais urgentes.
Vitor Hugo conseguiu levantar e tentou continuar. Permaneceu em campo até os 22 minutos, apesar do edema na cabeça, mas acabou substituído por Léo Duarte. Alix não retornou e deu lugar a Eduardo Santos após cerca de cinco minutos de atendimento. O protocolo de concussão foi acionado — mecanismo que permite uma troca adicional quando há sintomas neurológicos e determina afastamento mínimo de cinco dias.
O contraste entre a cena alarmante e o boletim médico marcou o desfecho da noite. Depois de ser encaminhado ao Hospital Mater Dei, em Belo Horizonte, Alix passou por avaliação e recebeu alta. Segundo o clube, “após os exames realizados, Alix foi liberado pela equipe médica”.
Por precaução, o Bragantino decidiu mantê-lo na capital mineira durante a noite. O zagueiro retornaria a Campinas na manhã seguinte para seguir sob acompanhamento e dar continuidade ao protocolo de concussão. A alta afastou o temor imediato, mas não encerrou os cuidados exigidos por uma pancada dessa natureza.
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