Celular ou carteira: o que Gilmar Mendes levou à cabine de votação?
Celular ou carteira: o que Gilmar Mendes levou à cabine de votação?
A controvérsia surgiu depois que publicações afirmaram que Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), teria usado ou levado um celular para a cabine de votação durante as eleições gerais, em Diamantino, Mato Grosso. A acusação, porém, aparece no material disponível apenas como relato rebatido pela assessoria — sem identificação das publicações nem apresentação de prova independente.
A versão do gabinete é categórica: “O que levava era a carteira funcional, com a ‘cola’ eleitoral, permitida pelo TSE. O aparelho ficou com o segurança.” Segundo essa explicação, o objeto confundido com um telefone seria a credencial funcional do ministro, usada para carregar a anotação com os números dos candidatos.
A assessoria também invocou o testemunho de uma funcionária da seção eleitoral: “A mesária confirmou que o celular não estava com o Ministro.” O relato reforça a negativa, embora a declaração da mesária tenha sido reproduzida pelo próprio gabinete, e não apresentada diretamente no texto.
As duas versões, portanto, não têm o mesmo grau de detalhamento no material fornecido. A acusação atribui a Gilmar Mendes a entrada com um celular na cabine, mas não traz autoria, imagem ou depoimento identificado. Já a defesa especifica onde estaria o aparelho — com o segurança — e oferece uma explicação alternativa para o item levado pelo ministro.
O ponto central não é apenas se Gilmar portava um objeto, mas qual objeto era. Enquanto as publicações citadas sustentaram que se tratava de um celular, a assessoria afirmou que era a carteira funcional com a cola eleitoral autorizada. Com base na única fonte apresentada, há uma negativa oficial e uma confirmação atribuída à mesária, mas não uma resposta documentada dos responsáveis pela acusação.
https://resumosbrasil.com/stories/01a107f6-ce5a-0c86-70b3-37716edb0fd5
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