Pró-governo diz que empate épico expôs a defesa do Athletico e a resistência do Atlético-MG

O Furacão deixou escapar a vitória mesmo com vantagem numérica, enquanto o Galo transformou a falha de Lyanco em redenção nos acréscimos. O 2 a 2 teve sabor de derrota para um lado e de reação para o outro.
Pró-governo diz que empate épico expôs a defesa do Athletico e a resistência do Atlético-MG

Pró-governo diz que empate épico expôs a defesa do Athletico e a resistência do Atlético-MG
O mesmo 2 a 2 na Arena da Baixada deixou impressões opostas. O Athletico-PR enxergou dois pontos desperdiçados e uma defesa novamente vulnerável. O Atlético-MG celebrou a capacidade de sobreviver à pressão, reagir com um jogador a menos e arrancar o empate no último suspiro.

O Furacão começou melhor e abriu o placar aos oito minutos: Vargas finalizou de fora da área, a bola desviou em Lyanco e venceu Gabriel Delfim. A superioridade era clara — até os 25 minutos, os paranaenses somavam sete finalizações, contra nenhuma do adversário. O Galo, porém, empatou após cobrança de falta de Bernard e desvio de Viveros. A partir daí, cresceu e equilibrou uma partida que terminaria descrita como “maluca”.

A reta final concentrou todo o drama. Tomás Pérez foi expulso por impedir Viveros de avançar livre em direção ao gol. Com vantagem numérica, o Athletico empilhou oportunidades e marcou aos 47 minutos, quando uma tentativa de corte de Lyanco bateu em Viveros e entrou. Quatro minutos depois, o próprio zagueiro apareceu livre na área e acertou o canto alto: 2 a 2.

Pela ótica rubro-negra, o desfecho reforçou uma tendência preocupante. O Athletico não termina uma partida sem sofrer gols há mais de dois meses e levou 15 em sete jogos. A análise aponta “falta de atenção generalizada” no empate de Lyanco e cobra correções urgentes para que uma situação confortável não se transforme em risco na disputa pelo G4. O clube caiu para quarto, com 50 pontos, apenas dois acima do Cruzeiro.

Já para o Atlético-MG, sétimo colocado com 44 pontos, prevaleceu a leitura da resistência. Mesmo pressionado e em inferioridade numérica, o time “se recusou a entregar os pontos” e permaneceu próximo do G5. Lyanco sintetizou o contraste da noite: participou dos dois gols sofridos pelo Galo, mas encerrou o jogo como símbolo da reação mineira.

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