Pró-governo diz que Corinthians corre atrás de Carille após três recusas

Carille virou o alvo imediato para substituir Fernando Diniz, enquanto as versões divergem sobre o fim das conversas com Ramón Díaz. Sampaoli aparece como alternativa, mas ainda não foi procurado.
Pró-governo diz que Corinthians corre atrás de Carille após três recusas

Pró-governo diz que Corinthians corre atrás de Carille após três recusas
O Corinthians mudou outra vez a rota para escolher o substituto de Fernando Diniz. Depois de respostas negativas de Sylvinho, Ramón Díaz e Luis Zubeldía, o presidente Osmar Stabile telefonou para Fábio Carille, atualmente no Al-Fayha, da Arábia Saudita, para conhecer as condições de um possível acordo.

Uma das versões afirma que o clube “acelerou a tentativa por Fábio Carille” após Sylvinho rejeitar a investida. O ex-técnico corintiano pretende continuar na Europa e estaria formando uma nova comissão. O mesmo relato apresenta Jorge Sampaoli como alternativa, embora o argentino ainda não tenha sido contatado.

O ponto de maior contraste está no caso Ramón Díaz. Enquanto o primeiro relato descreve as conversas como estagnadas, o segundo sustenta que o treinador informou formalmente à diretoria que não gostaria de assumir o Corinthians neste momento. O clube propôs que Ramón ocupasse o cargo de diretor técnico, deixando Emiliano Díaz como treinador — arranjo que não agradou ao argentino.

A proposta também buscava contornar a suspensão de seis partidas aplicada pelo STJD a Ramón por declarações discriminatórias feitas durante sua passagem pelo Internacional. Emiliano, por sua vez, só aceita trabalhar ao lado do pai.

Nos demais nomes, há mais convergência do que dúvida. Sylvinho agradeceu e recusou; Zubeldía mostrou resistência a assumir uma equipe ameaçada pelo rebaixamento, com apenas nove rodadas restantes no Brasileirão. Assim, Carille passa de alternativa a alvo imediato, enquanto Sampaoli permanece apenas no campo das possibilidades.

A urgência é clara: a diretoria precisa encerrar rapidamente a indefinição, organizar o elenco e definir o planejamento para a reta final da temporada. O problema é que, depois de três negativas, o Corinthians negocia com menos margem de escolha e pressão cada vez maior.

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