Oposição diz que queda de guindaste expôs risco e paralisou trecho do monotrilho em São Paulo

O equipamento invadiu a via elevada e foi atingido por um trem na Zona Leste. O operador ficou ferido, passageiros saíram em segurança e as causas do tombamento ainda serão apuradas.
Oposição diz que queda de guindaste expôs risco e paralisou trecho do monotrilho em São Paulo

Oposição diz que queda de guindaste expôs risco e paralisou trecho do monotrilho em São Paulo
Um guindaste de grande porte tombou sobre a estrutura elevada da Linha 15-Prata na manhã de sábado (24), na Avenida Professor Luiz Ignácio Anhaia Mello, em São Lucas, Zona Leste de São Paulo. Um trem que circulava pelo trecho não conseguiu parar e atingiu a extremidade metálica do equipamento, que caiu sobre a avenida, alcançando carros estacionados, árvores e a fiação. O operador ficou ferido.

O ponto mais tranquilizador dos dois relatos é o mesmo: nenhum passageiro do monotrilho se feriu. Todos foram retirados da composição em segurança, enquanto seis viaturas dos Bombeiros e equipes da Defesa Civil eram mobilizadas. “Não houve vítimas entre os passageiros. O operador do guindaste foi socorrido pela empresa responsável pelo equipamento”, informou o Corpo de Bombeiros.

As reportagens divergem apenas no retrato operacional, feito em horários distintos. Um relato apontou circulação parcial entre São Lucas e Jardim Colonial, com ônibus gratuitos do sistema PAESE cobrindo o trecho interrompido até Vila Prudente. Uma atualização posterior do Metrô informou que os trens operavam entre Vila União e Jardim Colonial, enquanto os ônibus atendiam entre Vila Prudente e Vila União.

Também há variação na referência geográfica: o acidente ocorreu entre Oratório e São Lucas, embora uma das reportagens o situe nas proximidades da estação Camilo Haddad. O guindaste estava em um terreno vizinho à linha e, segundo testemunhas, permanecia estacionado ali havia algum tempo.

O trem atingido foi recolhido para manutenção. Técnicos do Metrô passaram a inspecionar a via e os possíveis danos estruturais, mas não divulgaram prazo para a retomada integral. As circunstâncias do tombamento ainda não foram esclarecidas; o Metrô afirmou que apurará as causas, e a empresa responsável pelo equipamento lamentou o acidente.

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