Pró-governo diz que troca de 900 urnas não afetou o segundo turno
Pró-governo diz que troca de 900 urnas não afetou o segundo turno
O segundo turno avançou sem necessidade de votação manual, apesar da substituição de 900 urnas eletrônicas entre a abertura das seções, às 8h, e o meio-dia. O número é pequeno diante das 499.248 máquinas mobilizadas, mas os dois relatos apresentam percentuais diferentes para dimensioná-lo.
Um dos balanços afirma que as trocas corresponderam a 0,18% dos equipamentos. O texto ressalta que o TSE não informou as causas específicas, embora diga que, “em geral, as trocas ocorrem devido a falhas operacionais”. Também lembra que 1.904 urnas foram substituídas no primeiro turno e que o uso de cédulas de papel, previsto como último recurso, não foi necessário.
O outro relato classifica as 900 substituições como “apenas 0,16%” do total e enfatiza o índice de 0,00% para votação manual. Apesar da diferença percentual — e de 900 sobre 499.248 equivaler a aproximadamente 0,18% —, as fontes convergem no ponto central: a estrutura de contingência absorveu as falhas sem interromper o processo.
São Paulo liderou as substituições, com 163 urnas, seguido por Paraná, com 103, Rio de Janeiro, com 95, e Minas Gerais, com 75. A Justiça Eleitoral mantinha outras 48.815 máquinas de reserva prontas para uso.
O detalhamento adicional aponta 565 trocas em locais com identificação exclusivamente biométrica e 312 onde o sistema era híbrido. No exterior, 23 das 1.351 urnas foram substituídas — também sem adoção de votação manual.
Assim, os números sustentam uma leitura de normalidade operacional, embora a discrepância entre 0,16% e 0,18% deixe uma inconsistência estatística nos balanços divulgados.
https://resumosbrasil.com/stories/01a1741e-6826-28be-70ba-1658e4fdc89d
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