Moraes manda Flávio Bolsonaro entregar passaportes e veta saída do país
Moraes manda Flávio Bolsonaro entregar passaportes e veta saída do país
A derrota eleitoral de Flávio Bolsonaro foi seguida por uma ofensiva judicial de efeito imediato. Segundo a reportagem, a Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal a apreensão dos passaportes do senador “logo após a derrota” e mencionou Eduardo Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz.
Alexandre de Moraes acolheu a medida e determinou que Flávio entregasse os documentos. O ministro também o proibiu de deixar o Brasil e impôs restrições de contato com Willer Tomaz, no âmbito de investigações relacionadas à lavagem de dinheiro.
As duas frentes se complementam, mas cumprem papéis distintos. A PF apresentou o pedido e vinculou a necessidade das restrições ao contexto investigativo. Moraes, por sua vez, converteu a solicitação em ordem judicial, estabelecendo limites concretos à movimentação e às comunicações do senador.
O momento da iniciativa acrescenta peso político ao caso: o pedido foi apresentado depois da confirmação da derrota eleitoral. Ainda assim, a informação disponível não detalha quais elementos específicos levaram a PF a considerar a apreensão dos passaportes necessária, nem explica o papel atribuído a Eduardo Bolsonaro na apuração.
Também não consta na fonte fornecida uma manifestação de Flávio Bolsonaro, de sua defesa, de Eduardo Bolsonaro ou de Willer Tomaz. Assim, o quadro apresentado permanece concentrado na interpretação das autoridades: para a PF, havia fundamento para pedir medidas preventivas; para Moraes, os argumentos foram suficientes para restringir viagens e contatos enquanto a investigação prossegue.
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