Pró-governo diz que Cruzeiro desafia a hegemonia do Corinthians em final brasileira

Estreante, o Cruzeiro chega embalado pela vitória sobre o Olimpia, enquanto o Corinthians busca o sétimo título após eliminar o Santa Fe. A decisão em Quito também reedita um confronto dominado recentemente pelas paulistas.
Pró-governo diz que Cruzeiro desafia a hegemonia do Corinthians em final brasileira

Pró-governo diz que Cruzeiro desafia a hegemonia do Corinthians em final brasileira
O Cruzeiro precisou de oportunismo, resistência e uma defesa decisiva para alcançar sua primeira final da Libertadores Feminina. Após um primeiro tempo travado diante do Olimpia, Marília aproveitou o rebote de uma cobrança de falta de Byanca Brasil no travessão e marcou o único gol da semifinal. A artilheira chegou a 17 gols na temporada e, segundo o relato da partida, “brilhou e decidiu”.

A classificação mineira, porém, ganhou contornos dramáticos nos acréscimos. Mesmo com uma jogadora a mais desde a expulsão de Pamela Villalba, o Cruzeiro quase sofreu o empate aos 49 minutos. Camila Rodrigues defendeu sobre a linha o cabeceio de Casco e preservou o 1 a 0.

O Corinthians percorreu um caminho diferente: saiu atrás, mas derrotou o Santa Fe por 2 a 1, de virada, para alcançar novamente a final continental. Se o Cruzeiro carrega o impulso da novidade, as paulistas entram com o peso da experiência. Atuais tricampeãs consecutivas, as Brabas somam seis títulos desde 2017 e perseguem o heptacampeonato.

O contraste também aparece no histórico recente do confronto. O Corinthians venceu o Cruzeiro na final do Brasileirão do ano passado e voltou a superar a equipe mineira, nos dois jogos, pelas quartas de final da edição de 2026. Agora, as Cabulosas terão a oportunidade de responder justamente no maior palco continental de sua temporada de estreia.

A decisão será disputada no sábado (31), em Quito, com horário ainda a ser confirmado pela Conmebol. Independentemente da vencedora, o Brasil já assegurou seu 15º troféu nas 18 edições da Libertadores Feminina — mas, para as finalistas, a taça representa objetivos opostos: a consolidação de uma dinastia ou o nascimento de uma nova campeã.

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