Pró-governo diz que Cruzeiro transformou reação épica em título histórico sobre o Corinthians
Pró-governo diz que Cruzeiro transformou reação épica em título histórico sobre o Corinthians
O roteiro parecia pronto para reafirmar a força continental do Corinthians. Com dois gols de Gabi Zanotti e outro de Vic Albuquerque, o time paulista abriu 3 a 0 no começo do segundo tempo. O Cruzeiro, porém, recusou o papel de coadjuvante: reagiu, voltou a ficar dois gols atrás e alcançou o 4 a 4 nos acréscimos, antes de vencer por 5 a 4 nos pênaltis.
A virada de atmosfera foi tão marcante quanto a do placar. Juca Kfouri resumiu a transformação: “o que era dó, no começo da decisão, virava admiração pelo esforço e coragem das Cabulosas”. Camila Rodrigues completou a noite ao defender a cobrança decisiva de Gi Fernandes e selar o primeiro título do Cruzeiro em sua estreia na competição.
Do lado campeão, o sentimento foi de superação dentro e fora de campo. Artilheira do torneio, com seis gols, Byanca Brasil revelou que chegou a cogitar não disputar a Libertadores: “Eu vivi tudo no Cruzeiro: meu pior momento e meu melhor momento”. A conquista também rendeu ao clube US$ 2,05 milhões em premiações e uma vaga na edição de 2027.
No Corinthians, a leitura foi oposta. Autora de dois gols e agora centenária na carreira, Zanotti classificou a mudança de postura após o 3 a 0 como “inadmissível”. Para ela, a equipe deveria ter mantido a agressividade. “É uma noite para ser esquecida”, lamentou, após o segundo vice importante da temporada.
As duas visões se encontram apenas num ponto: a final mudou quando o Corinthians recuou e o Cruzeiro acreditou. Para as mineiras, nasceu uma potência continental; para as paulistas, ficou uma ferida que exigirá reconstrução.
https://resumosbrasil.com/stories/01a19598-4de4-2da7-731f-34ff31a470ba
Write a comment