Pró-governo diz que vitória mínima do Palmeiras deixa semifinal aberta sob pressão da arbitragem
Pró-governo diz que vitória mínima do Palmeiras deixa semifinal aberta sob pressão da arbitragem
O Palmeiras saiu na frente, mas não liquidou a conta. Maurício marcou aos 24 minutos, após passe de Marlon Freitas, e garantiu o 1 a 0 no primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil. O time de Abel Ferreira controlou a etapa inicial, desperdiçou oportunidades e depois permitiu a reação vascaína — mesmo atuando com um jogador a mais nos minutos finais. “Vamos valorizar o resultado, que é importante, é uma vantagem”, resumiu Marlon, embora tenha admitido que o volume permitiria placar maior.
Abel fez leitura semelhante sobre o futebol: o Palmeiras dominou, mas não converteu a superioridade em gols. Sobre a arbitragem, preferiu se afastar da discussão. “Eu não tenho que falar sobre isso”, afirmou, lembrando também um lance em que Lucas Evangelista foi atingido no rosto. A postura contrasta frontalmente com a indignação do Vasco.
O diretor vascaíno Admar Lopes classificou a atuação de Anderson Daronco como “completamente vergonhosa” e disse que os erros “podem ter decidido um dos finalistas”. O clube contestou principalmente o toque da bola no braço de Barboza, sem revisão à beira do campo, e o segundo amarelo que resultou na expulsão de Saldivia.
Santiago Sosa também cobrou a intervenção do vídeo. “O que eu esperava é que o VAR chamasse o árbitro para ele poder ver o lance”, disse o volante, acrescentando que a decisão provoca revolta porque poderia ter criado a chance do empate.
As duas leituras convergem apenas num ponto: nada está resolvido. O Palmeiras chega a São Januário como favorito e joga pelo empate, mas a vantagem é estreita. Já o Vasco precisa vencer por um gol para levar a disputa aos pênaltis ou por dois para avançar diretamente. Entre eficiência palmeirense e contestação vascaína, a volta promete pressão máxima no Rio.
https://resumosbrasil.com/stories/01a19abe-d5af-144d-7155-3515bd8f29ec
Write a comment