Pró-governo diz que Medina chega embalado à decisão do tetra
Pró-governo diz que Medina chega embalado à decisão do tetra
Gabriel Medina trocou a regularidade dos pódios pelo resultado que faltava. Depois de três vice-campeonatos em 2026 — Margaret River, Fiji e Portugal —, o brasileiro venceu a etapa de Cloud 9, nas Filipinas, e encerrou um jejum que durava desde abril de 2023.
Na final, Medina abriu a bateria contra Jack Robinson com 7,50 e depois atravessou um tubo longo e profundo, recompensado pelos juízes com 9,43. O australiano respondeu e manteve a disputa viva, mas não encontrou uma segunda onda capaz de virar o placar: 16,93 a 14,50 para o tricampeão mundial.
O contraste mais importante, porém, apareceu antes da decisão. Medina derrotou Yago Dora por 15,76 a 13,50 na semifinal. O resultado não tirou Dora do topo, mas aproximou o principal perseguidor: Medina saltou da quarta para a segunda posição do ranking, enquanto o compatriota permaneceu na liderança.
Para Medina, Cloud 9 representa retomada e aceleração. A reportagem classifica o triunfo como “um passo importante na reta final da temporada”, especialmente após o surfista ter ficado fora de todo o circuito de 2025 por causa de uma lesão no ombro. Para Dora, a vantagem ainda existe, mas agora vem acompanhada da pressão de enfrentar um rival que voltou a vencer justamente no momento decisivo.
A definição será em Pipeline, no Havaí, entre 8 e 20 de dezembro. A etapa distribuirá 15 mil pontos ao campeão. Dora chega à frente; Medina, impulsionado pelo primeiro título em mais de três anos, desembarca com chances de conquistar o quarto mundial da carreira.
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