Pró-governo diz que pênalti ignorado pelo VAR decidiu derrota do Santos

O Bragantino venceu por 2 a 1 e ultrapassou o Santos, mas o resultado ficou sob contestação. Gabigol e Cuca apontaram um pênalti não marcado, enquanto os números da partida reforçaram a frustração santista.
Pró-governo diz que pênalti ignorado pelo VAR decidiu derrota do Santos

Pró-governo diz que pênalti ignorado pelo VAR decidiu derrota do Santos
O placar foi do Bragantino; a discussão, do Santos. O time de Bragança Paulista venceu por 2 a 1, chegou aos mesmos 47 pontos do rival e assumiu o oitavo lugar por ter uma vitória a mais. Rodinei marcou contra logo aos três minutos, Philippe Coutinho empatou e Wallace Yan definiu o jogo ainda no primeiro tempo.

A versão santista, porém, deslocou o foco do resultado para o lance envolvendo Rony e Ryan Augusto aos 35 minutos da etapa final. Gabigol foi categórico: “Foi pênalti contra o Palmeiras e foi pênalti hoje”. O atacante também rejeitou a leitura de que a equipe teria “perdido gás”, embora o Santos tenha conquistado apenas uma vitória nos seis jogos anteriores.

Cuca adotou tom semelhante, mas separou desempenho, falhas próprias e arbitragem. Segundo o treinador, Rodinei explicou que foi atrapalhado pela iluminação antes do gol contra. Ainda assim, o técnico argumentou que o Santos, com mais de 60% de posse e 17 finalizações, “não merecia perder”. Sobre a possível penalidade, foi mais incisivo: “Não tem outra coisa a fazer a não ser dar o pênalti”. Para ele, o principal problema foi o VAR não recomendar a revisão.

A análise citada pela transmissão também considerou que Ryan deixou de disputar a bola e atingiu Rony. Em contraste, a árbitra Edina Alves mandou o jogo seguir, e o VAR não interveio. Não há, no material apresentado, manifestação da equipe de arbitragem ou do Bragantino sobre a reclamação.

Apesar da bronca, Cuca evitou tratar o revés como sentença na corrida continental. “Essa derrota não nos impede de lutar pelo sonho da Libertadores”, afirmou, projetando os quatro compromissos restantes. O desafio é imediato: transformar a indignação em pontos antes que a distância de sete pontos para a zona de pré-Libertadores se torne definitiva.

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