Pró-governo diz que Santos foi prejudicado e cobra resposta da CBF

O Santos contesta três decisões em jogos contra Palmeiras e Bragantino, enquanto jogadores e comentaristas apontam falhas da arbitragem e do VAR. A controvérsia, porém, ainda não tem contraponto da CBF nas fontes consultadas.
Pró-governo diz que Santos foi prejudicado e cobra resposta da CBF

Pró-governo diz que Santos foi prejudicado e cobra resposta da CBF
O Santos levou a indignação dos gramados para os gabinetes. O clube formalizou uma reclamação à Comissão de Arbitragem da CBF e contestou três decisões: um possível pênalti de Giay e a ausência do segundo amarelo para Piquerez contra o Palmeiras, além de outro possível pênalti, de Ryan em Rony, diante do Red Bull Bragantino. Outra cobertura resumiu a ofensiva como uma reação a “erros grotescos” dos árbitros.

A tese santista é direta: as decisões custaram pontos importantes na reta final do Brasileirão e podem afetar a busca por uma vaga na Libertadores. Após perder por 2 a 1 para o Bragantino, o time caiu da oitava para a nona posição, com 47 pontos.

Dentro do elenco, o tom foi ainda mais contundente. Gabigol ligou os dois jogos ao questionar: “Foi pênalti contra o Palmeiras e foi pênalti aqui de novo. Foi ou não foi?”. Neymar publicou “Mais uma vez”, enquanto Gabriel Bontempo escreveu: “Todo jogo é isso!”. Rodinei, por outro lado, concentrou-se no próprio desempenho após marcar contra: “Assumo a culpa, poderia ter feito melhor e errei”.

Entre comentaristas, houve concordância majoritária sobre o lance com Rony, mas com justificativas diferentes. Danilo Lavieri avaliou que o defensor tentou uma carga de ombro e atingiu apenas a perna do atacante. Rodrigo Mattos foi além: como Edina Alves estava distante, o VAR deveria ter recomendado a revisão. “Só dá pra ver pela câmera de trás, que é claramente um pênalti”, afirmou.

Arnaldo Ribeiro introduziu a principal ponderação: se o árbitro de vídeo não enxergou infração, não chamaria a árbitra. Para ele, lances semelhantes continuam produzindo leituras distintas, sem uma “sentença definitiva”. Assim, clube, atletas e parte da análise televisiva convergem na crítica — mas as reportagens fornecidas não apresentam uma resposta da CBF ou da equipe de arbitragem.

https://resumosbrasil.com/stories/01a1a278-6b7a-2723-7226-116275cf134e

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