Pró-governo diz que vitória sofrida faz Botafogo respirar e aprofunda crise do Atlético-MG

O 1 a 0 abriu cinco pontos entre o Botafogo e o Z-4, mas não eliminou as dúvidas sobre o time de Tite. Do outro lado, os reservas do Atlético-MG chegaram à quinta derrota consecutiva.
Pró-governo diz que vitória sofrida faz Botafogo respirar e aprofunda crise do Atlético-MG

Pró-governo diz que vitória sofrida faz Botafogo respirar e aprofunda crise do Atlético-MG
O Botafogo saiu do sufoco, mas ainda não convenceu por inteiro. A vitória por 1 a 0 sobre o Atlético-MG, no Nilton Santos, levou a equipe a 42 pontos e abriu cinco de vantagem sobre a zona de rebaixamento. Nas arquibancadas e na tabela, a palavra foi “alívio”; em campo, persistiram o drama e a dificuldade para transformar superioridade em um placar confortável.

Tite preferiu destacar o coletivo. Após apenas sua segunda vitória em sete partidas, o treinador reconheceu a resistência de parte da torcida — “Eu sei que não sou o técnico ideal para muitos botafoguenses” — e pediu que o clube fosse colocado acima das avaliações individuais. Também defendeu Arthur Cabral e afirmou que não existe “fórmula mágica”, mas uma caminhada feita de ajustes e trabalho.

A mudança para três zagueiros fortaleceu a defesa, enquanto Huguinho protegeu a área e Gabriel Batista respondeu quando exigido. No ataque, porém, o Botafogo oscilou. Vitinho encontrou Edenilson aos 18 minutos, e o meia marcou o único gol; depois, Tiquinho acertou o travessão, Matheus Martins parou em Everson e outra finalização ainda bateu na trave.

Se o lado carioca viu um passo importante contra o rebaixamento, o Atlético-MG acumulou sua quinta derrota seguida — sequência que não ocorria desde 2019. Com os titulares preservados para a Copa do Brasil, a equipe reserva teve mais posse, mas pouca agressividade. A análise atleticana apontou algum alento nos jovens, embora outros jogadores tenham desperdiçado a oportunidade.

O contraste resume a noite: o Botafogo foi menos dominante, porém mais objetivo e seguro; o Atlético controlou trechos da partida, mas não converteu posse em reação. Tite ganhou fôlego. O desempenho, contudo, ainda deixa claro que respirar não significa estar a salvo.

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